Quanto a sua origem
É composto por um mix de diversos resíduos, proveniente de residências, contém principalmente restos de alimentos, produtos deteriorados, embalagens em geral, retalhos, jornais e revistas, papel higiênico, fraldas descartáveis etc. Pode ainda conter pequenas quantidades de resíduos perigosos, como pilhas, baterias e lâmpadas.
Geração do resíduo
Por habitante: 0, 67 Kg/hab/dia (média)
Por cidade
Localidade |
ton/dia |
São Paulo (SP) |
12.000 |
Rio de Janeiro (RJ) |
6.000 |
São Sebastião (SP) |
120(período normal) |
Litoral norte SP |
500 (período temporada) |
Composição Média do Resíduo domiciliar
Os resíduos domiciliares possuem compostos secos e úmidos, em média conforme abaixo:
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Os compostos secos, geralmente formados por materiais recicláveis, tem em média as seguintes proporções:
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Decomposição dos Materiais:
Materiais |
Tempo |
Plásticos e vidros |
Indeterminado |
Papéis |
De 2 a 4 semanas |
Latas |
100 anos |
Alumínio |
De 200 a 500 anos |
Reciclagem x Consumo x Preservação
O Alumínio é retirado do minério Bauxita, esta extração demanda grandes quantidades de energia, que é reduzida em até 96% quando reutilizamos alumínio já produzido. Já na produção de papel é necessário o corte de várias árvores, em média os papéis são reciclado em 8 ciclos, com perda de 20% da fibra em cada ciclo. Ele é feito tradicionalmente de fibras de vegetais. Para a produção de 1 tonelada de papel, gastam-se quase 100 mil litros de água tratada, muita energia e mais de 50 árvores adultas. Quando se aproveita o papel já usado, os gastos são extremamente reduzidos: economia de 50% a 80% de energia e o corte de 20 à 30 árvores são poupados. Nas grandes cidades, quase 25% do lixo é constituído de papel e o Brasil, por incrível que pareça, ainda importa papel de outros países.